5Noticias…26/01

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Menino de 10 anos morre em parque de diversões

A polícia investiga a morte de um menino de 10 anos num parque de diversões em Padre Miguel, na Zona Oeste, no domingo (25). A suspeita é que ele tenha morrido eletrocutado.

Segundo a polícia, Alexandre da Silveira estava num brinquedo quando teria recebido uma descarga elétrica. A criança chegou a ser levada para um hospital, mas não resistiu.

Os equipamentos foram desligados e o parque não vai funcionar nesta segunda-feira (26).

A polícia espera o resultado da perícia para confirmar se a causa da morte foi a descarga elétrica.

Médico explica causas da morte da modelo Mariana Bridi

Especialista diz que diagnóstico precoce pode salvar pacientes.
Modelo foi sepultada neste sábado no Espírito Santo.

O sofrimento e a morte prematuros da modelo Mariana Bridi causam ainda mais impacto quando se pensa na causas do episódio. É muito raro uma pessoa morrer em consequência de uma infecção urinária. Mas aconteceu. Pode acontecer de novo?

Segundo o médico especialista em infecções, Ricardo Lima, tudo depende do tempo entre o diagnóstico da infecção e o início da medicação.

Mariana já estava em estado grave quando foi internada. Mas as bactérias identificadas no corpo da modelo não são comuns em infecções urinárias.

“Pseudomonas e estafilococos são bactérias comumente encontradas dentro de um hospital, principalmente dentro de uma unidade de pacientes críticos, pacientes graves como a terapia intensiva”, explica Ricardo.

Poderia ter havido, então, uma infecção hospitalar? “Há uma luta constante da terapia intensiva, dos hospitais para que essas infecções cheguem a zero e a gente consegue em determinados momentos. Mas às vezes elas são consequências da agressividade do tratamento a que nós temos que submeter esses pacientes”, esclarece o médico.

Ricardo Lima explica ainda que o poder de uma infecção depende de três fatores, como num triângulo. O tipo de bactéria, a força dessa bactéria e o sistema de defesa da pessoa.

No caso de uma infecção urinária, se for diagnosticada logo, os antibióticos atuam e acabam com ela. Mas se o corpo está debilitado, ou se o diagnóstico chega tarde, a situação se complica.

No caso da modelo capixaba, a contaminação por pseudomonas e estafilococos chegou à corrente sanguínea. E foi atingindo outros órgãos, provocando microcoágulos que, obstruindo a passagem do sangue, teriam provocado entupimentos – conhecidos como tromboses – que levaram à necrose das mãos e dos pés de Mariana. Eles tiveram de ser amputados. Depois foi retirada uma parte do estômago. O corpo, cada vez mais enfraquecido, não resistiu.

“Não é comum o jovem de 20 anos iniciar um quadro com infecção – no caso dela urinária que, a principio, é uma infecção com uma bactéria de virulência resolvível – tão agressivo”, afirma o médico.

Para os pacientes, um alerta: “Em casos de sintomas de infecção procure um médico, evite a automedicação, faça os exames para que o médico decida qual é o melhor antibiótico”, avisa o médico. 

 Tristeza

Foi um domingo de luto na pequena cidade de Marechal Floriano, região serrana do Espírito Santo, onde Mariana foi sepultada.

Mariana Bridi tinha apenas 20 anos. Aos 18, ganhou o mundo. Fez fotos na África, na China. Destacou-se em concursos de beleza. Virou orgulho na cidade onde nasceu. 

“Por ela ser nossa amiga, por ela existir em nossas vidas, por ser determinada e ir atrás dos sonhos, não ficar esperando sentada. Esse é o nosso orgulho”, conta a estudante Heloísa Cardoso.

No fim do ano passado, no dia 30 de dezembro, Mariana sentiu dores nas costas. Procurou o hospital-maternidade de Vila Velha, na Grande Vitória. Os médicos disseram que era cólica renal e receitaram um analgésico.

 Alguns dias depois, a modelo voltou a sentir dores e foi para um posto de saúde da prefeitura de Vitória. Os exames de urina constataram a infecção. Com dificuldades de respirar, ela foi transferida para o Hospital Dório Silva na Grande Vitória.

 O quadro já era grave. A infecção já havia se espalhado pelo corpo. Os médicos tiveram que amputar pés e mãos. As complicações aumentaram. Ela entrou em coma e não resistiu. “É uma dor que não tem tamanho”, define o pai da modelo.

O enterro foi neste sábado (24) em Marechal Floriano. A missa reuniu centenas de pessoas que também seguiram o cortejo para se despedir.

A cidade, nesse domingo, parecia vazia, não havia praticamente ninguém nas ruas. A família de Mariana, muito abalada, também preferiu ficar mais recolhida. Foram 20 dias de internação e de muito sofrimento da modelo.

 O pai, mãe e irmãos dela, agora, procuram forças para tentar diminuir a tristeza que tomou conta de todos.

Mulher é suspeita de matar a filha após o parto em Brasília

Criança foi abandonada em uma parada de ônibus, dentro de sacolas.
Polícia investiga se a criança nasceu com vida e quem é o pai.

Uma mulher de 28 anos é suspeita de ter matado a própria filha logo após o parto, em Brasília, no sábado (24). Ela teria entrado no banheiro de um hotel e teria gritado de dor, mas não abria a porta para receber ajuda. Testemunhas afirmam que a mulher é casada e escondia a gravidez dos amigos.

Duas amigas e o chefe da investigada, que estavam no apartamento, disseram para a polícia que em nenhum momento ouviram choro de criança. Ela teria pegado remédios para cólica e teria pedido sacos plásticos sob o pretexto de jogar roupa suja fora. No entanto, quando saiu do banheiro ela estava muito ensanguentada e foi levada para o hospital. No caminho, insistiu para jogar no lixo as sacolas, onde estava o bebê.

A criança foi deixada em uma parada de ônibus, em Brasília, perto do Hospital de Base, onde os médicos constataram que ela, que já havia completado nove meses de gestação, tinha acabado de dar à luz. Segundo a polícia, a mulher teria dito aos médicos que abandonou o bebê. Quando o policial voltou para buscar a criança, encontrou cinco sacolas, uma dentro da outra, com uma menina de aproximadamente 3,2 quilos.

 “Abri a primeira, abri a segunda. Vi que tinha mais sacola e rasguei. Quando rasguei, me deparei com a criança. Foi muito chocante a cena”, conta o sargento Rubens, da Polícia Militar. A criança foi levada para o hospital, onde foi constatada a morte. 

O delegado vai esperar o resultado de exames de DNA e o laudo da necropsia feita pelo IML para confirmar, além da paternidade, se a criança nasceu com vida ou se foi morta.

 “O crime existe, nós só não sabemos qual é o tipo de crime. A partir do momento que ela pegou a criança, colocou dentro de sacolas plásticas, amarrou essas sacolas e simplesmente as jogou nas proximidades do lixo, isso demonstra que tinha mais que a intenção de esconder a gravidez. Ela tinha a intenção de matar”, afirma o delegado da 5ª DP, Marco Antônio.

Ela está internada e em observação, mas passa bem. Se ficar comprovada depressão pós-parto, o crime é o de infanticídio e a pena varia entre dois e seis anos de detenção. No caso de homicídio qualificado, ela pode pegar de 12 a 30 anos de prisão. 

Brasileira é a vencedora do Supermodel of the World

A paraense Tayane Leão venceu concurso com garotas de 44 países.
Modelo vai assinar contrato no valor de US$ 250 mil.

Marcio Amaral / Divulgação)
A modelo brasileira Tayane Leão, vencedora do Supermodel of the World. (Foto: Marcio Amaral / Divulgação)

A modelo brasileira Tayane Leão, nascida em Paraupebas, no Pará, é a vencedora do concurso Supermodel of The World no sábado (24), em Budva, Montenegro. No total, o concurso teve mais de 5 milhões de inscrições, de 44 países diferentes.

Tayane é a segunda brasileira a ganhar o concurso – a primeira foi Camila Finn, de Botucatu, em 2004. A modelo vai assinar um contrato de US$ 250 mil (mais de R$ 580 mil) com a agência – que se soma ao contrato de R$ 150 mil que havia assinado quando ganhou o Supermodel Brasil, em novembro de 2008.

O concurso foi criado em 1980 por Eileen Ford, presidente da agência. A primeira edição do Supermodel Brasil aconteceu em 1989.

Jovem morreu asfixiada com o próprio vômito em navio, diz laudo

Isabella Baracat Negrato, 20, passou mal em cruzeiro em 19 de dezembro.
Delegado da Polícia Federal diz que vai apurar as responsabilidades.

O laudo elaborado pelo Instituto Médico-Legal (IML) de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, apontou que Isabella Baracat Negrato, de 20 anos, sofreu uma asfixia por aspiração de líquido – no caso, o próprio vômito -, o que resultou em sua morte, segundo o delegado Eduardo Marcondes do Amaral, da Polícia Federal do município do litoral. Ele disse que recebeu o laudo na noite da quinta-feira (22).

A jovem morreu a bordo de um cruzeiro universitário, no dia 19 de dezembro, em Ilhabela, também no litoral norte. Os resultados dos exames que irão apontar se a jovem consumiu bebidas alcoólicas ou entorpecentes ainda não ficaram prontos, segundo o delegado.

“Mas estes resultados não vão fazer diferença. Vamos continuar a investigar para apurar as responsabilidades”, afirmou. A Polícia Civil de São Sebastião também abriu inquérito para investigar a morte de Isabella, considerada suspeita.

 Fonte: G1 – O portal de notícias da Globo




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